Meditação e respiração

Na meditação, o indivíduo deve procurar suspender as atividades do seu Ego periférico, conservando-se, porém, consciente. Há que ter dedicação, por esse motivo, o principiante deve insistir em praticar a meditação, por mais difícil que ela possa lhe parecer.

Meditar não é parar de pensar, não é descer ao subsconsciente e nem concentrar-se em ponto específico. Também, em nada se parece com o sono anestésico, pois não deve haver perda de consciência.


Adote a postura da respiração completa. Com os olhos fechados, dirija-os para a base do nariz e observe os pensamentos que surgem. Não se deixe envolver por eles, não os siga e nem queira impedi-los. Deixe-os ocorrer naturalmente, apenas observe-os. Mantenha-se firme como o mastro da bandeira e deixe os pensamentos tremularem. Deixe-os passar, observe-os brotar e permaneça firme.

A meditação ou sintonia com o Universo exige o Ego-esvaziamento e a consciência da prática, porém, sem pensar em coisa alguma. A entrada da consciência universal não deve anular o Ego, mas sim integrá-lo.

A meditação não é um fim, mas um meio de atingi-lo. Sua finalidade é reorientar a vida diária do praticante, e quem a pratica com assiduidade observará melhora em todos os aspectos da sua vida.

O exercício respiratório antecede à meditação, mas não deve acompanhá-la. Inicie com ele; esqueça-o depois. Essas dicas facilitam a prática, evitando vaivéns desnecessários.

 

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