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O AMI baseia-se em princípios que orientaram a construção das técnicas e dos movimentos em geral, e que devem servir de parâmetros para a atuação dos prati-cantes. São eles:
Saúde - Toda técnica deve fazer bem à saúde dos praticantes. As técnicas muito eficientes, mas perigosas, a ponto de colocar em risco a saúde, devem ser abandonadas.
Agradabilidade - Toda técnica deve ser agradável, tanto para quem a aplica como para quem a recebe: o atacante deve saber cair bem e seu corpo deve estar apto, através do treinamento, a "receber" a técnica.
Boa-utilização - O AMI tem por objetivo não apenas instruir, fornecer o conhecimento técnico, mas principalmente Educar.
Fornecer o conhecimento puramente material de uma técnica não é o suficiente, pois o praticante deve também se autoconhecer e deve procurar melhorar interiormente.
Não tem sentido uma técnica ser desenvolvida com o fim de matar, quebrar ou mesmo ferir alguém. A arte marcial deve ser eficiente, mas não deve ficar presa ao passado, quando o objetivo era a morte do oponente.
Eficiência - As técnicas devem ser eficientes. Caso contrário, não poderiam compor o conjunto das técnicas de uma arte marcial.
Não-violência - Todas as técnicas de AMI, sem exceção, são utilizadas apenas como defesa, e o atacante será sempre transformado em perdedor através de uma delas.
O aluno é treinado a se defender e não a agredir ou maltratar o parceiro. Esse princípio busca evitar o excesso de agressividade, tornando o AMI essencialmente defensivo.
Simetria - Tudo no AMI é praticado em ambos os lados do corpo.
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