Acalmando a mente 

Na meditação, o indivíduo deve procurar suspender os pensamentos, conservando-se, porém, consciente. Há que ter dedicação, por esse motivo, o principiante deve insistir em praticar a meditação, por mais difícil que ela possa lhe parecer.

O estresse psicológico aumenta a ativação do sistema nervoso simpático e do eixo hipotálamo-pituitária-adrenal. Esta ativação aumentada descarrega adrenalina, noradrenalina e cortisol, o que leva a um batimento cardíaco mais rápido, aumento do esforço cardíaco e estreitamento das artérias. Estas mudanças, por sua vez, criam um aumento da pressão arterial. A ativação destes sistemas também acelera o progresso da aterosclerose e pode levar a uma ruptura aguda das placas que resulta em isquemia do coração (angina), doença coronariana e derrame.

A meditação  reduz a ativação do sistema nervoso simpático que, por sua vez, dilata os vasos sanguíneos e reduz os hormônios do estresse, tais como adrenalina, noradrenalina e cortisol.

A meditação não é um fim e sim um meio de reorientar a vida diária do praticante, e quem a pratica com assiduidade observará melhora em todos os aspectos da sua vida.

Alguns benefícios percebidos com a prática constante da meditação:

  • redução do estresse e ansiedade;
  • aumento de satisfação e melhor desempenho no ambiente de trabalho;
  • diminuição da insônia e depressão;
  • aumento de bem-estar e autoestima;
  • estímulo da criatividade, inteligência e memória;
  • fortalecimento do sistema nervoso e imunológico;
  • redução da pressão arterial e de dores de cabeça;
  • diminuição do consumo do tabaco, do álcool e de drogas ilícitas.

 

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