Meditar não é esvaziar a mente. Até porque fisiologicamente isso é impossível. O cérebro não para de funcionar. O que acontece é o melhor direcionamento dos pensamentos. “Eles vêm e o praticante busca outro foco ou âncora. Pode ser a respiração, o movimento, um som, uma oração”, explica a professora Edna Bertini, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Veja alguns exemplos.
Os exercícios isométricos são indicados para quem quer tonificar a musculatura, o que é ótimo para quem está começando, porém não produzem aumento da massa muscular. Confira nesta matéria.
Há muitos motivos para entrar em um estado meditativo. Agora, a ciência comprovou outros dois: as sensações dolorosas se tornam mais brandas e a massa cinzenta adquire maior resiliência.